Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Filo-Café Silêncio ou Morte (fotos)

Quarta-feira, Novembro 04, 2009

Um silêncio que mata

Um silêncio que mata

Sábado, em Petín (Galiza) um novo filo-café: Silêncio ou Morte.

Sábado, Outubro 03, 2009

Filo-Café Viagens (fotos)

Quinta-feira, Outubro 01, 2009

Viagem

Viagem

Cada viagem é uma nova descoberta, uma nova caminhada rumo ao conhecimento. Amanhã à noite em Lamego, um novo filo-café onde se falará de viagens.

Terça-feira, Setembro 15, 2009

Arte e Criação III


Delicadeza
Preparação Meditação Urbana

Estes 3 trabalhos a preto e branco encontram-se em exposição em Vieira do Minho no evento Arte e Criação III que decorre entre 13 a 19 de Setembro de 2009.

Arte e Criação III

Quinta-feira, Setembro 10, 2009

Mares de Mim

Navegando num mar de emoções encontro-me na agitação das águas que me tentam deitar borda fora. Agarro-me ao barco que fui construindo ao longo dos anos; as cordas são as defesas possíveis que vou esticando para me sentir em segurança, pelo menos dentro do possível em cada tempestade de vida.
As ondas por vezes elevam-me bem alto, onde quase pairando pressinto o prazer de abraçar o mundo inteiro, para logo de seguida quase me afundar no meio da ondulação ficando no limite do perder a respiração por tamanha incerteza face ao momento seguinte. Entre picos, respiro e encho-me de vida.
Semi-aventureiro e semi-amedrontado pela força com que vou sendo abalado e ondulado, teimo em seguir viagem mesmo que já sem rumo firme. Aqui e ali, o mar torna-se um pouco mais sereno e é possível apreciar a imensidão e beleza deste viver, talvez até encontrar um Norte renovado.
De cada porto onde me abrigo, e após cada tempestade, parto sempre à descoberta como se nada conhecesse ainda e como se voltasse a ser um menino que quer abraçar o mundo e a vida!

Quinta-feira, Agosto 20, 2009

Sobre o destino

Às vezes parece que sabemos exactamente qual o nosso destino. E, no entanto, desacreditamos tão facilmente dele. Talvez seja a ansiedade que nos prega partidas até ao ponto em que deixamos de acreditar. Ou talvez seja o percurso natural que temos de fazer para que não fiquemos obcecados por esse destino que sabemos que é nosso.
É que se ele tiver de acontecer, então será quando menos esperamos que a vida nos leva precisamente até ao ponto de decisão que nos abrirá a porta desse destino que já se tornou também um desejo. Cabe-nos estar atentos e não hesitar. E viver!